• Médicos do Hospital Evangélico alertam para os malefícios de fumar

    Médicos do Hospital Evangélico alertam para os malefícios de fumar

    “O lado bom do cigarro é não fumar”. Essa afirmativa foi feita pelo médico radio oncologista do Hospital Evangélico e atual diretor Clínico Bruno Resende. Segundo ele, fumar faz mais mal à saúde do que bem e é impreterível evitar a vida de manter uma vida saudável. “O cigarro é absolutamente deletério para a saúde não apenas de quem fuma, mas também de quem está perto.

    Neste dia 29 de agosto é celebrado em todo Brasil, o Dia Nacional de Combate do Fumo, um dia criado através da Lei Federal 7.488 de 1986 com o objetivo de reforçar as ações de sensibilização e mobilização da população para os danos que o cigarro causa da sociedade como um todo, principalmente na saúde.

    O mal que o cigarro pode causa é tão amplo. Podemos citar o aumento das chances de infarto, de AVC, de câncer como de pulmão, de cabeça e pescoço, boca, bexiga e até de colo de útero tem relação com o fumo. Cerca de 30% de todos os tumores tem relação direta com o cigarro. Um em cada cinco mortes são causadas, direta ou indiretamente pelo fumo. No Brasil, hoje, o tumor de pulmão, entre homens e mulheres, é o que mais mata. Em 2018, foram mais de 31 mil novos casos, de acordo com dados de estudos de organizações voltadas ao câncer. 28 mil mortes. “Olha como o câncer de pulmão que é o mais relacionado ao cigarro mata esmagadoramente a população que adquire esse tipo de tumor”, comenta o Dr. Bruno.

    O ideal é não fumar, como já foi dito. Mas quem embarcou nesse problema, ainda pode ter uma salvação. De acordo com o clinico geral do hospital Adriano Munhões, quanto antes parar, menos dano causará ao organismo. “Quanto maior o tempo de exposição aos males do cigarro, maiores os riscos. Para de fumar é um passo importante. E diminui gradativamente os efeitos maléficos do cigarro no organismo e seus riscos. Algumas doenças, quando instaladas, são mais facilmente tratadas com a ausência do ato de fumar”. Disse.