• Hospital Evangélico realiza intercâmbio de Residentes

    Hospital Evangélico realiza intercâmbio de Residentes

    O Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI) tem se firmado cada vez mais como hospital escola com os programas de Residência Médica, que em 2018 completa 10 anos de existência e o de Residência Multiprofissional, iniciado em 2015. Tanto que cada vez mais residentes de outras instituições estão escolhendo o HECI para finalizarem suas especializações, adquirindo novas experiências em um hospital que há mais de 30 anos é referência no tratamento oncológico, cardiológico e maternidade de alto risco no sul do Estado do Espirito Santo.

    Foi o que atraiu o psicólogo residente de Atenção em Oncologia da Universidade Federal de Uberlândia Gian Fonseca a realizar o Estágio Optativo no Hospital Evangélico. Ele é o primeiro Residente Multiprofissional a passar pelo Hospital Evangélico.

    Como o nome mesmo já diz, este tipo de estágio é previsto para o último ano da residência, no caso do Gian a Multiprofissional. No Brasil ele pode durar até 30 dias e o intercâmbio é feito entre as Comissões de Residências Multiprofissionais. O grande objetivo é conhecer outra instituição que tenha a ver com a área e adquirir experiências e vivências. “Nós da Comissão de Residência Multiprofissional estamos muito contentes com a escolha do Gian pela nossa instituição pois o seu estágio trouxe uma troca muito importante tanto acadêmica quando pela evolução do conhecimento,  ”comenta Ana Arlete, coordenadora da COREMU do HECI.

    Segundo ela, os grandes benefícios com esses intercâmbios estão no âmbito acadêmico, mas também na perspectiva da qualidade de atendimento ao nosso paciente. “Esses dois pilares foi o que nos motivou a receber esse residente pois estamos sempre buscando enquanto hospital avançar na qualidade dos nossos serviços”, disse.

    Apesar de ser da região (é natural de Atílio Vivacqua) só conhecia o Hospital por conta de uma experiência familiar. “Queria conhecer o hospital com um outro olhar, não somente o do paciente, do familiar. Foi uma experiência enriquecedora! ”